sexta-feira, 17 de novembro de 2023

JORNADA DE TRABALHO: CONFIRA QUAIS SÃO OS TIPOS DE ESCALA


 No Brasil, todo trabalhador que é contratado com carteira assinada, ou seja, em regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) , tem a jornada de trabalho estipulada no seu contrato.


A duração de trabalho, como também é conhecida como jornada, corresponde ao período em que o empregado deve ficar à disposição da empresa diariamente.

Vale lembrar que, apesar do cumprimento da jornada de trabalho, todo empregado tem o direito ao tempo para refeições e locomoção do trabalhador até a empresa, os quais não estão inclusos nessa duração.

É importante deixar claro que a legislação trabalhista exige, por escrito, o valor da jornada, que tem um limite de 44 horas semanais e 220 horas mensais, segundo a CLT.

Por sua vez, esse total pode ser dividido em vários tipos de escala de trabalho. Confira cada uma delas a seguir:

Escala 4x2
A escala de trabalho 4×2 atende, principalmente, a jornada diária de seis horas, totalizando 24 horas semanais.

Nesses tipos de casos, são realizados quatro turnos de seis horas seguidas, com direito a dois dias de folga.

Para aplicar essa escala na empresa, é necessário a validação jurídica do sindicato da classe, ou aprovação em convenção coletiva de trabalho. Também é possível por meio de acordo individual de trabalho entre o empregado e o empregador.

Escala 5×2
No caso da escala 5×2, a cada cinco dias de trabalho, o empregado deve receber dois dias de folga, sendo eles consecutivos ou não.

Assim, a jornada semanal de 44 horas é distribuída em cinco dias da semana em cerca de 8h48 diários.

Escala 6×1
A escala 6×1 estabelece o máximo de seis dias de trabalho para um dia de descanso.

Os empregados que trabalham aos finais de semana têm direito a uma folga no domingo a cada sete semanas.

Vale destacar que as mulheres são obrigadas a folgar em um domingo a cada 15 dias.

Escala 6×2
Na escala 6×2, o empregado trabalha seis dias da semana por um período de até oito horas e folga por dois dias.

Escala 12×36
Na escala 12×36, o colaborador faz uma jornada de trabalho de 12 horas e folga nas 36 subsequentes, numa espécie de compensação de jornada.

Logo, se ele trabalhou na segunda-feira das 10h às 22h, seu próximo dia de trabalho será na quarta-feira no mesmo horário.

Vale reforçar que, em alguns casos, por conta de convenções coletivas e acordos sindicais, essa jornada permite folgas além do descanso das 36h.

Escala 24×48
No modelo de escala 24×48, a cada 24 horas trabalhadas, o colaborador tem direito a 48 horas de descanso.

Logo, se ele tiver cumprido um período de trabalho das 8h às 8h numa segunda-feira, o seu próximo expediente começará às 8h da quinta-feira.

Escala 40×48
A escala 40×48 é um sistema de compensação de horário que alterna a prestação de 40 horas em uma semana e 48 horas em outra.

Um ponto importante a ser destacado é que o ajuste desse tipo de turno de trabalho é realizado mediante acordo ou convenção coletiva.

Além disso, há semanas 40x48 modificadas, por exemplo, trabalho de meio período aos sábados ou compensação de horas do sábado com uma hora a mais em quatro dias da semana.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.

Com informações do escala

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

SKILLS FIRST: COMO SE DESTACAR NO FUTURO DO MERCADO DE TRABALHO PRIORIZANDO SUAS HABILIDADES


O mundo do trabalho está mudando rapidamente, e as habilidades que os profissionais precisam para ter sucesso estão mudando junto. A abordagem Skills First, ou Habilidades em Primeiro Lugar, é uma tendência que está ganhando cada vez mais força, pois prioriza as competências dos colaboradores em detrimento dos cargos tradicionais.


Essa tendência é motivada por uma série de fatores, como a automatização de tarefas, a transformação digital e a globalização. Com a automatização, muitas tarefas que antes eram realizadas por humanos estão sendo substituídas por máquinas. Isso significa que os profissionais precisam desenvolver novas habilidades para se manterem competitivos no mercado.

A transformação digital também está mudando a forma como as empresas trabalham. As empresas estão cada vez mais adotando novas tecnologias, o que exige que os colaboradores tenham habilidades digitais para usá-las de forma eficiente.

Por fim, a globalização também está contribuindo para a mudança no mundo do trabalho. As empresas estão cada vez mais contratando profissionais de todo o mundo, o que requer que os colaboradores tenham habilidades de comunicação e colaboração intercultural. Vantagens para empresas e colaboradores

A abordagem Skills First tem uma série de benefícios para as empresas e para os profissionais. Para as empresas, essa abordagem permite que elas atraiam e retenham os melhores talentos, independentemente de sua formação acadêmica ou experiência profissional. Além disso, a abordagem Skills First permite que as empresas desenvolvam uma força de trabalho mais ágil e adaptável, capaz de enfrentar as mudanças do mercado.

Para os profissionais, a abordagem Skills First oferece a oportunidade de desenvolver as habilidades necessárias para ter sucesso no futuro do trabalho. Além disso, essa abordagem permite que os profissionais tenham mais controle sobre suas carreiras e que busquem oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Exemplos de habilidades que são valorizadas na abordagem Skills First:

* Habilidades digitais: programação, desenvolvimento web, design gráfico, etc.
* Habilidades de comunicação: escrita, oral, apresentação, etc.
* Habilidades de trabalho em equipe: colaboração, liderança, resolução de conflitos, etc.
* Habilidades de pensamento crítico e resolução de problemas
* Habilidades de adaptabilidade e aprendizado contínuo


Como se preparar para o futuro do trabalho:

* Identifique as habilidades que são valorizadas na sua área de atuação;
* Faça um plano de desenvolvimento para adquirir as habilidades que você ainda não tem;
* Invista em educação continuada e treinamento;
* Monte um portfólio para mostrar suas habilidades aos empregadores;
* Crie uma rede de contatos com profissionais da sua área.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.


Fonte: Contábeis


terça-feira, 14 de novembro de 2023

CONTRATO DE EXPERIÊNCIA: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A MODALIDADE


 04- CONTRATO DE EXPERIÊNCIA: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A MODALIDADE


O contrato de experiência é uma alternativa para as empresas que buscam agilizar o processo de recrutamento.

Essa modalidade contratual oferece vantagens tanto para o empregador quanto para o colaborador, mas é essencial entender seus aspectos para garantir uma boa relação de trabalho. Entenda abaixo o que é o contrato de experiência, seus prazos e benefícios.

O que é o contrato de experiência?
O contrato de experiência é um acordo de trabalho com prazo determinado que tem como objetivo avaliar a adequação do colaborador à vaga e à cultura da empresa.

Nesse tipo de contrato, o empregado é contratado por um período pré-determinado para desempenhar suas funções e, ao final, ambas as partes têm a possibilidade de decidir se desejam dar continuidade à relação de trabalho.

Prazo do contrato de experiência
O período varia de 30 a 90 dias. Durante esse tempo, o empregador pode avaliar a performance do funcionário, verificar suas habilidades técnicas e interpessoais, além de verificar a sua adaptação ao ambiente de trabalho.

Benefícios para o empregador
O contrato de experiência proporciona diversos benefícios para o empregador. Primeiramente, permite uma avaliação mais aprofundada do profissional antes de efetivá-lo na empresa. Isso reduz o risco de contratações equivocadas, que poderiam levar a custos e transtornos no futuro.

Além disso, durante esse período, o empregador pode investir em treinamento e capacitação, potencializando as competências do colaborador.

Benefícios para o colaborador
Para o colaborador, o contrato de experiência oferece a oportunidade de conhecer o ambiente de trabalho, a equipe e a cultura da empresa antes de tomar uma decisão de longo prazo.

Essa vivência permite uma melhor avaliação do seu interesse em fazer parte daquela organização e, ao mesmo tempo, proporciona a experiência prática no cargo.

Possibilidade de efetivação
Caso o contrato de experiência seja bem-sucedido e ambas as partes estejam satisfeitas com a relação de trabalho, é comum que o empregador efetive o colaborador após o término do prazo estabelecido. Nesse caso, os termos e condições do contrato de experiência podem ser renegociados para refletir a contratação efetiva.

Rescisão do contrato de experiência
Por outro lado, é importante ressaltar que ambas as partes têm o direito de rescindir o contrato de experiência caso a adaptação não seja satisfatória ou se surgirem imprevistos.

A legislação trabalhista também estabelece regras específicas para a rescisão nessa modalidade contratual, incluindo prazos de aviso prévio e direitos trabalhistas proporcionais ao tempo trabalhado.

Aviso prévio
O aviso prévio é um período em que a parte que deseja encerrar o contrato informa a outra parte com antecedência sobre sua intenção de fazê-lo. Esse prazo permite que ambas as partes se organizem e ajam de acordo com o término do vínculo de trabalho.

No caso de contratos de experiência com duração de até 90 dias, o prazo do aviso prévio é de no mínimo 3 dias. Isso significa que tanto o empregador quanto o empregado precisam avisar com pelo menos 3 dias de antecedência caso queiram rescindir o contrato.

Cálculo de rescisão
Além disso, a legislação também determina que, ao término do contrato de experiência, o colaborador tem direito a receber os direitos trabalhistas proporcionais ao tempo trabalhado, que são:

Saldo de salário: o trabalhador tem direito a receber o pagamento pelos dias efetivamente trabalhados até o último dia do contrato de experiência. O valor corresponde ao salário proporcional aos dias trabalhados no mês da rescisão.

Férias proporcionais: se o contrato de experiência tiver uma duração superior a 14 dias, o trabalhador terá direito a receber as férias proporcionais, calculadas com base no período trabalhado durante o contrato.

13º salário proporcional: o trabalhador também tem direito ao décimo terceiro salário proporcional, que é calculado considerando os meses trabalhados durante o contrato de experiência.

Multa do FGTS: caso o contrato de experiência seja encerrado sem justa causa, o empregador deve pagar uma multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) depositado ao longo do contrato.

Aviso prévio: em alguns casos, o aviso prévio pode ser aplicável no término do contrato de experiência. Se a rescisão for feita pelo empregador e o trabalhador tiver mais de 90 dias de trabalho na empresa, ele terá direito ao aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, podendo ser trabalhado ou indenizado.

É importante lembrar que, caso a rescisão seja por justa causa, ou o próprio colaborador tenha optado por rescindir o contrato, algumas dessas verbas podem não ser devidas, como é o caso do aviso prévio indenizado e da multa do FGTS.

Para garantir que a rescisão do contrato de experiência seja feita em conformidade com a legislação, é fundamental que empregadores e colaboradores estejam cientes das regras aplicáveis e sigam os procedimentos corretos ao encerrar o contrato.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.

Fonte: Contábeis

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

DOCUMENTOS EMPRESARIAIS: CUIDADO COM ELES É SINÔNIMO E PRODUTIVIDADE


 No mundo contemporâneo, o avanço da tecnologia em escala exponencial permitiu que as relações corporativas passassem por transformações significativas. Nesse sentido, em um cenário empresarial cada vez mais pautado na digitalização, a gestão de documentos tornou-se uma peça essencial para as operações, seja em macro ou microescala.


De fato, manter um sistema sempre funcionando, organizado e acessível não somente agiliza os processos internos da empresa, como também contribui diretamente para uma tomada de decisão mais assertiva. Se você quer ficar por dentro desse assunto, saber mais sobre como fazer uma gestão de documentos empresariais que seja efetiva, continue lendo, porque separamos algumas dicas elementares nesse processo.

Adote a digitalização estratégica
Inicialmente, é importante destacar que, na era da digitalização, operar com papéis físicos pode ser um grande problema. A digitalização é a base moderna da gestão de documentos quando pensamos de forma pragmática. Isso quer dizer que, ao converter os documentos físicos em formatos digitais, o primeiro retorno é a redução da necessidade de construir espaços destinados a tal armazenamento físico.

Outro ponto que vale ser enfatizado, também, é que documentos online são muito mais fáceis de serem encontrados e compartilhados. Isso porque existem sistemas e mecanismos de buscas que viabilizam essa movimentação, processo que é muito mais difícil com documentos físicos, geralmente guardados em pastas e, posteriormente, em gavetas.

Além disso, os documentos digitalizados são muito mais seguros no que se refere à segurança e à perda, bem como possíveis danos à sua integridade. Portanto, a digitalização é o primeiro passo para uma boa gestão de documentos.

Construa uma categorização lógica e hierárquica
Quando o assunto se refere a organização de documentos, arrumá-los em uma ordem lógica e hierárquica é algo elementar, ou seja, é básico. Ocorre que, através dessa estruturação, torna-se possível, por parte de qualquer membro da equipe, localizar determinados documentos necessários para uma possível ação. Muitas vezes, a falta de organização dificulta a busca e, consequentemente, faz com que se perca tempo.

Estabelecer esses critérios é uma excelente maneira de otimizar o tempo de busca pelos documentos, sejam eles digitais ou fisicamente existentes em um lugar específico.

Invista no armazenamento em nuvem
A internet possibilitou que muitos processos se tornassem mais simples, e, com a gestão de documentos, não foi diferente. O armazenamento em nuvem é uma excelente estratégia por uma simples razão: permite o acesso a qualquer dado, a qualquer horário, de qualquer lugar do mundo.

O acesso a determinados documentos de forma remota é uma realidade recentíssima quando pensamos na história da humanidade. Nos negócios, essa ferramenta é especialmente útil para flexibilizar o acesso de equipe, ignorando completamente as limitações geográficas impostas pela realidade física.

Defina uma política de acesso
Especialmente em trabalhos que lidam com documentos sigilosos ou de extrema importância corporativa, definir níveis de acesso é fundamental para proteger determinadas informações. Nesse sentido, é elementar garantir que somente pessoas com autorização tenham acesso aos documentos relevantes. Esse controle é fundamental para evitar possíveis transtornos relacionados à segurança dos documentos.

Invista em um sistema de backup regular
No caso dos documentos físicos, essa dica não se aplica, uma vez que não existe backup acerca da materialidade. No entanto, para aqueles que possuem sistemas digitalizados e, por consequência, documentos digitais, o backup é crucial.

Muitas pessoas subestimam a importância dos backups regulares. No entanto, manter cópias de seguranças dos documentos em locais externos, alheios aos comumente utilizados, é uma excelente maneira de proteger as empresas contra possíveis falhas técnicas.

A perda de dados é um pesadelo que já assombrou algumas empresas, uma vez que incidentes desse tipo tendem a ocorrer com mais frequência do que imaginamos. Por essa razão, para uma gestão de documentos efetiva, os backups regulares são uma peça-chave.

É preciso construir uma rotina de arquivamento
Uma boa gestão de documentos precisa ser feita categoricamente, ou seja, com o devido cuidado. Por esse motivo, é essencial criar uma rotina consistente de arquivamento. Isso quer dizer que, regularmente, é preciso revisar e atualizar os documentos, removendo aqueles desatualizados, fazendo o arquivamento daqueles documentos que não são mais importantes para os negócios.

Por fim, vale salientar, também, que a gestão de documentos eficaz é um investimento valioso para qualquer empresa que almeje prosperar no mundo dos negócios. Através dessas dicas, as empresas podem melhorar de forma significativa os fluxos de trabalho, bem como as tomadas de decisões relacionadas a determinados projetos e negociações.

Para tal, além disso, é importante contratar profissionais adequados com a expertise para lidar com essas questões, como um assistente administrativo, arquivista, bibliotecário, gestor de conteúdo, gerente de documentação, administrador, entre outros.

No final das contas, o sucesso dos negócios não depende de uma variável isolada no processo, mas, sim, da atuação conjunta desses vários atores que desempenham papéis fundamentais na boa gestão dos documentos. Uma gestão efetiva de documentos necessita de um aparato técnico para que todos os processos fluam da melhor forma possível.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.


Por: Danielle Ruas
Fonte: Portal Dedução

Volt

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

O QUE É COMPLIANCE NAS EMPRESAS, E QUAL SUA IMPORTÂNCIA?


 O conceito de compliance visa gerar valor ao negócio e assegurar a sobrevivência da empresa, minimizando os impactos financeiros, legais e de imagem ocasionados por fatores como:


  • Ausência de orientações normativas;


  • Desalinhamentos às legislações aplicáveis;


  • Falta de ferramentas preventivas adequadas;


  • Falhas na gestão de processos;


  • Operações sem um estruturado sistema de informação.


Você tem dúvidas sobre o que é e como funciona o compliance nas empresas? Então, continue a leitura e saiba mais sobre esse conceito importante e qual o objetivo na prática.

O que é compliance nas empresas?
To comply, em inglês, é um verbo que significa estar de acordo com a regra, o que explica grande parte do conceito. No caso, o significado do termo compliance tem relação com a conduta da empresa e sua adequação às normas dos órgãos de regulamentação e legislações.


Dessa forma, esse conceito abrange todas as políticas, regras, controles internos e externos aos quais a organização precisa se adequar. E, adequando-se ao compliance, suas atividades estarão em plena conformidade com as normas reguladoras e leis aplicadas aos seus processos.


Tanto a pessoa jurídica (empresa) como as pessoas físicas que nela trabalham, inclusive fornecedores de interesse, precisam se comportar de acordo com as regras dos organismos reguladores.


Além disso, devem garantir o fiel cumprimento dos instrumentos normativos internos. Afinal, somente desta forma a empresa estará em compliance ambiental, trabalhista, financeiro, de segurança do trabalho, operacional, contábil etc..


Estamos falando, portanto, de uma estratégia geral, aplicável em todo o negócio, mas é importante mencionar que existem diferentes tipos de compliance, que atuam diretamente em ações e setores da organização.

Qual a importância do compliance?
O objetivo do compliance nas empresas é garantir a conformidade com leis, regulamentos e padrões éticos externos e internos. A proposta é evitar práticas ilegais, multas, litígios e danos à imagem da empresa.


Poder afirmar que a empresa está em compliance estratégico é, por si só, uma estratégia fundamental de negócios. Significa que existe transparência e um elevado grau de maturidade de gestão.


Em paralelo, mostra que os gestores e equipes dominam os processos e procedimentos, implementados e executados com efetiva conformidade política, comercial, trabalhista, contratual e comportamental.



Por outro lado, não estar em compliance significa correr grandes riscos desnecessariamente, que podem levar a perdas financeiras, patrimoniais, de mercado e muitas outras.


É preciso refletir e aprimorar a gestão, ajustar a forma como as informações são tratadas e como as pessoas se comportam no dia a dia. Isso contribui para alcançar nível de excelência em compliance independentemente do segmento de atuação e tamanho da empresa.

Tipos de compliance
Existem algumas divergências sobre o número correto de tipos de compliance, mas, de maneira geral, podemos dividi-los em 7:


  • Tributária ou fiscal;


  • Trabalhista;


  • Nos negócios ou empresarial;


  • Na proteção de dados ou TI;


  • Ambiental;


  • Na saúde;


  • Financeiro 
Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.

Fonte: Siteware

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

OPTAR PELA DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO É BOM OU RUIM PARA A EMPRESA?


 O Senado Federal aprovou, ontem (25), o projeto de lei que prorroga, por mais quatro anos, a chamada desoneração da folha salarial. O texto segue agora para sanção presidencial. O tema faz parte de uma série de decisões importantes tomadas no fim do ano para o bom andamento das empresas, como o planejamento tributário, por exemplo. Então, bora tirar dúvidas sobre a desoneração da folha de pagamento. Afinal, você sabe dizer se a opção pela desoneração da folha é boa ou ruim para a sua empresa? Difícil esta pergunta, hein?! Mas vamos lá!


Para começar, vamos lembrar que, em 2011, o governo federal criou o Plano Brasil Maior, que instituiu medidas que visam desonerar investimentos e exportações, aumentar recursos, ampliar financiamentos, estimular pequenos negócios, desenvolver tecnologia nos setores produtivos, ampliar a defesa comercial e aumentar a qualificação profissional dos trabalhadores.

E, em relação ao setor previdenciário, a principal medida do plano consistiu na desoneração da folha de pagamento. Mas do que se trata? Vamos ver agora!

Antes, porém, é preciso dizer que, de 2011 para cá, o prazo final de concessão já foi alterado algumas vezes e, agora, como dissemos, está bem perto de ser prorrogado até 2027.

O que é a desoneração da folha de pagamento?
A desoneração da folha de pagamento é um benefício fiscal! Bom, agora já começou a ficar interessante, né?! Pois é. Basicamente, se trata da possibilidade de substituir o pagamento dos 20% de contribuição previdenciária patronal básica da folha de pagamento por uma alíquota menor sobre a receita bruta da empresa. Como assim?

A empresa pode avaliar e escolher entre dois cenários para diminuir o encargo previdenciário. Ou seja, para responder a pergunta se a opção da desoneração da folha de pagamento é boa ou ruim para a empresa, é preciso avaliar cada caso.

Quais são as duas possibilidades para as empresas?
O primeiro cenário é calcular qual o valor do encargo seria pago ao aplicar os 20% de contribuição sobre a folha de pagamento. Enquanto que a outra possibilidade é aplicar uma alíquota inferior sobre a receita bruta. Vale lembrar que, neste caso, as alíquotas são de 1%, 1,5%, 2%, 2,5%, 3% ou 4,5%, dependendo da atividade econômica desenvolvida.

E aí, sem fazer nenhuma conta ainda, já tem uma ideia do que seria mais vantajoso?

Todas as empresas podem optar pela desoneração da folha de pagamento?
Não. Esta possibilidade só existe para 17 setores que, entre outros, são:

* serviços de tecnologia da informação (TI) e de tecnologia da informação e comunicação (TIC);
* teleatendimento (call center);
* transportes;
* construção civil;
* indústria (conforme código da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM); e
* jornalismo.


Qual é o prazo final para optar pela desoneração da folha de pagamento?
Bom, é sempre importante ter em mente que o fim do ano é um período-chave para o planejamento do ano seguinte das empresas, então, este é o momento ideal para fazer esta avaliação interna.

Dito isso, saiba que a opção só pode ser feita no pagamento da contribuição incidente sobre a receita bruta relativa a janeiro de cada ano, ou à primeira competência subsequente para a qual haja receita bruta apurada. Depois disso, não poderá ser mais alterada durante todo o ano e, se não fizer a opção, seguirá contribuindo com base na folha de pagamento.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.


Fonte: IOB

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

SAIBA COMO AGREGAR VALOR AO SEU NEGÓCIO MOSTRANDO COMO A CONTABILIDADE IMPULSIONA ESTRATÉGIAS DE MARKETING E VENDAS DAS EMPRESAS



 

O papel da contabilidade segue sendo renovado com o passar dos anos. Além de proporcionar auxílio essencial para os empresários estarem com as obrigações e tributos em dia com o governo, o contador é o braço direito do empreendedor na hora da tomada de decisões.


Mas o que muitos empresários ainda não percebem é como a contabilidade pode - e deve - se relacionar com várias outras áreas de um negócio.

"Apesar de muitas pessoas saberem que a contabilidade é importante para todos os negócios, poucas percebem a conexão da contabilidade com os outros departamentos da empresa. A perda de oportunidades por conta disso é imensa", afirma o presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP), Carlos Baptistão.

O especialista considera que, particularmente, as áreas de marketing e vendas são duas entre as que mais perdem chances ao se manterem afastadas dos contadores.

O pensamento já vem sendo pesquisado ao redor do mundo. Um estudo publicado no International Journal of Business Excellence aponta que, quando os dois departamentos trabalham juntos, "as tendências de vendas são observadas de perto, as campanhas de marketing são orçamentadas com sabedoria e os recursos são alocados de forma eficiente". Baptistão concorda, e acredita que existem ainda outros resultados práticos que podem surgir dessa conexão.

"A união dessas áreas é extremamente estratégica para os negócios. Enquanto o marketing trabalha a divulgação dos produtos e serviços e atração de clientes, e o departamento comercial atua com as vendas diretas, a contabilidade garante o equilíbrio financeiro de todas essas operações, além de ajudar com análises e previsões", ressalta o presidente.

Para deixar a visão sobre o tema mais clara, Baptistão listou alguns dos maiores benefícios do relacionamento entre marketing, vendas e contabilidade. São eles:

Análise de custos e precificação
A área contábil é relevante desde o início da produção de qualquer empresa, quando um produto ou serviço recebe um preço. A partir da análise de custos, margem de lucro e conhecimento de mercado, é possível chegar a um valor adequado, e é aí que as vendas começam já no caminho certo.

Em decorrência desse trabalho, a contabilidade também saberá informar quais são as possibilidades de descontos e promoções, o que pode ser oferecido aos clientes e o que atrapalharia o fluxo de caixa. "É fundamental para o marketing saber até onde consegue pautar suas ações promocionais, assim como para os vendedores ao conversarem com o público", explica Carlos.

Relacionamento com o cliente
Muitas empresas, em especial de serviços, mantém relações duradouras com os consumidores, o que exige uma manutenção constante. Mas nem sempre o tempo e dinheiro investidos em um cliente compensa da mesma maneira que compensa para outro.

"Cada cliente possui uma rentabilidade que tem a ver não só com o quanto ele paga, mas também com as diversas despesas exigidas para atendê-lo. Ao identificar quais são os clientes mais lucrativos, o pessoal das vendas consegue saber onde vale mais a pena se dedicar. Em alguns casos, é até possível descobrir que algum cliente simplesmente não está sendo rentável de forma real", afirma Baptistão.

Desenvolvimento de estratégias
A contabilidade não precisa ser consultada só para aprovar ou negar um orçamento, quando poderia estar desde o início na reunião de planejamento. Profissionais de marketing sabem como a criação de campanhas custa dinheiro, e precisam de uma visão clara do que funciona financeiramente para definir as melhores ações.

"Pode ser bem difícil saber quais recursos podem ser alocados quando não há uma compreensão real do quadro financeiro da empresa. Infelizmente não é difícil encontrar por aí departamentos brigando entre si, querendo puxar mais recursos para si, quando a contabilidade teria um papel mediador essencial em muitos casos", conta o presidente.

Avaliação e previsão
O retorno sobre o investimento (ROI) é uma das métricas mais importantes de qualquer negócio, e a contabilidade é quem entenderá os números da melhor maneira. A análise de custos em relação aos resultados obtidos é essencial para o marketing, e isso leva à melhoria das próximas campanhas.

Da mesma maneira, essas análises permitem que algumas previsões sejam possíveis, como de produtos ou serviços que mais devem vender em determinado período ou durante uma campanha específica, ou mesmo dados demográficos do público. "Essas avaliações funcionam para "frente e para trás", ou seja, elas ajudam a entender o que aconteceu e a se preparar para o que deve acontecer. Assim, os marketeiros otimizam suas técnicas e os vendedores se organizam melhor", Baptistão elucida.

De forma geral, há ainda muitas outras possibilidades de apoio da contabilidade a esses departamentos. Na aquisição de novos clientes, na formação de parcerias, na criação de projetos e até mesmo em um papel de fiscalização e auditoria se necessário, a área contábil pode ser bastante flexível.

A integração da contabilidade estará em pauta no seminário internacional realizado pelo Sescon-SP, ao lado de outras organizações também muito relevantes para a contabilidade, no 7º Seminário Internacional de Excelência Empresarial, que ocorrerá entre os dias 10 e 15 de setembro, em Singapura. Saiba tudo sobre o evento aqui. (https://sescon.org.br/noticias/sescon-sp-lanca-oficialmente-7o-seminario-internacional-que-tem-singapura-como-destino/)

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.

Com informações Sescon-SP e agência EDB Comunicação

terça-feira, 7 de novembro de 2023

FLEXIBILIDADE NO TRABALHO: PRIORIDADE DOS PROFISSIONAIS NO MUNDO CONTEMPORÂNEO


 No mundo contemporâneo, a flexibilidade no trabalho está assumindo um papel de destaque, a ponto de ser mais lembrada do que o plano de saúde pelos trabalhadores. Uma pesquisa recente intitulada "Tendências e Perspectivas do Trabalho - Report WeWork LatAm 2023", realizada em parceria pela WeWork, uma empresa de espaços de trabalho flexíveis, com a Page Outsourcing e o apoio de Reconnect | Happiness at Work e Exboss, revelou que 81% das pessoas gostariam de ter ou já possuem benefícios relacionados à flexibilidade no trabalho.


O estudo abrangeu mais de 10 mil profissionais em cinco países da América Latina, incluindo Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México, e as entrevistas foram realizadas nos meses de agosto e setembro de 2023. Os resultados dessa pesquisa apontam para uma mudança significativa nas prioridades dos profissionais e nas políticas de trabalho das empresas.

Frustração corporativa e a importância da flexibilidade
Um dos principais achados dessa pesquisa é a identificação de uma epidemia de frustração corporativa tanto em nível latino-americano quanto no cenário brasileiro. A principal fonte de descontentamento identificada é a falta de flexibilidade nas políticas de trabalho adotadas pelas organizações. Essa insatisfação não se limita mais a um modelo de trabalho híbrido, que combina dias de trabalho presencial e remoto, mas também engloba jornadas flexíveis e a participação dos funcionários na definição das políticas de trabalho.

Na avaliação de propostas de emprego, a flexibilidade se tornou um dos componentes mais importantes para os candidatos, estando em proximidade com o salário, que continua sendo o fator de maior relevância na tomada de decisão (94%). A flexibilidade de horários (88%) e o regime de trabalho (87%) estão entre os elementos que mais influenciam a escolha dos profissionais.

A insatisfação no trabalho é uma realidade para 55% dos profissionais brasileiros, sendo que os principais motivos apontados são a falta de flexibilidade (25%), o salário (14%) e a falta de processos (11%). Essa insatisfação varia entre as gerações, com os Baby Boomers liderando em insatisfação (60%), seguidos pelas Gerações X (52%), Z (46%) e Millennials (42%). A importância desses fatores para o descontentamento é consistente em todas as gerações, com exceção dos Baby Boomers, para os quais os maiores motivos de descontentamento são o salário e a falta de reconhecimento.

Impacto na qualidade de vida
Além de afetar a vida profissional, o modelo de trabalho também influência a qualidade das relações fora do ambiente de trabalho. Todas as gerações concordam que uma política 100% presencial tem um impacto negativo na felicidade e satisfação pessoal.

A pandemia desempenhou um papel importante na mudança de prioridades, com 68% dos entrevistados valorizando mais o bem-estar e a qualidade de vida após a pandemia. Quando questionados sobre benefícios inegociáveis, a flexibilidade no modelo de trabalho híbrido ou remoto foi destacada pela maioria dos entrevistados (46%), superando o plano de saúde (24%) e vale-alimentação ou refeição (19%).

Diversidade geográfica e de perfis
A pesquisa também revelou que a flexibilidade é vista como altamente favorável para promover a diversidade nas equipes de trabalho. Antes, os candidatos ficavam restritos a grandes centros urbanos ou às cidades onde a empresa estava localizada. No entanto, hoje, a fronteira geográfica já não é um impedimento para os candidatos, desde que tenham a possibilidade de trabalhar remotamente.

Aqueles com filhos também veem o modelo híbrido como positivo, com 58% preferindo esse esquema de trabalho e 54% desejando ir ao escritório no máximo duas vezes por semana. Isso se traduz em maior satisfação e felicidade no trabalho para os pais e cuidadores, com 72% relatando essa satisfação e um efeito positivo na saúde mental de 70%.

Impacto na saúde mental e a semana de quatro dias
A pesquisa destaca a importância da saúde mental dos funcionários, com 77% dos entrevistados considerando que o modelo de trabalho impacta a saúde mental. Entre eles, 85% das pessoas que trabalham remotamente avaliam o impacto como positivo, enquanto 66% consideram positivo o efeito do esquema híbrido, e 37% avaliam positivamente o impacto do trabalho presencial.

Além disso, projetos-pilotos recentes para estudar a semana de quatro dias de trabalho continuam sendo um tema relevante no mercado de trabalho. A pesquisa revela que 83% dos funcionários gostariam de trabalhar apenas quatro dias por semana, enquanto 77% acreditam que seriam mais produtivos nesse esquema. As principais atividades que os profissionais realizariam com um dia extra, incluem organizar a casa, descansar, estudar, passar tempo com a família, viajar e cuidar de questões pessoais.

Desafios do RH na era da flexibilidade
Para atender às necessidades das empresas e às expectativas dos funcionários, os profissionais de Recursos Humanos enfrentam desafios significativos. Isso inclui lidar com a insatisfação em relação ao modelo de trabalho imposto pelas empresas, disseminar a cultura organizacional e lidar com o aumento dos gastos com retenção e lealdade das equipes.

A crescente importância da flexibilidade no processo de recrutamento também representa um desafio para o RH, uma vez que os candidatos chegam buscando modelos de trabalho específicos. Portanto, a capacidade de ouvir e adaptar-se às expectativas tanto dos candidatos quanto das empresas torna-se crucial.

Em um mundo em constante transformação, onde a flexibilidade e a saúde mental são valores cada vez mais importantes, as empresas e os profissionais de RH pr
ecisam se adaptar para atender às demandas de uma força de trabalho em evolução constante.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.



Fonte: Contábeis

sexta-feira, 3 de novembro de 2023

EMPRESAS TÊM ATÉ 10/11 PARA SE ADAPTAR AO FGTS DIGITAL

 


Por: Danielle Ruas


A implementação do FGTS Digital começou no dia 19 de agosto e os empregadores de todo o Brasil têm até 10 de novembro para se adaptar a essa nova ferramenta. Quem não adotar o sistema dentro do prazo terá que pagar multas bem maiores do que as aplicadas atualmente.

A previsão é que o FGTS Digital se torne obrigatória já em janeiro de 2024.

E essa fase de testes é muito importante para que as empresas assimilem as particularidades do novo sistema, evitando assim erros e equívocos.

No que diz respeito às penalidades para quem não se adaptar, após do FGTS Digital implementado, o empregador que não estiver adaptado terá que pagar 30% sobre o débito apurado confessado. Em caso de omissões e erros, a multa pode variar entre R$ 100 e R$ 300 por trabalhador prejudicado.

Vale destacar que, antes do FGTS Digital, as multas para quem deixava de recolher o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço do trabalhador variavam entre R$ 10,60 a R$ 106,00 por empregado, dependendo da quantidade de funcionários da empresa.

Postado por: Palestrante Dr. Marcos Andrade, Advogado com formação nas áreas de Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito Trabalho e Ciências Contábeis, natural da Cidade de São Paulo – SP. Pós-Graduado em Direito Trabalho. Pós-Graduado em Direito Previdenciário, Cursando Doutorado -UMSA-AR, Membro Palestrante do IBRADED – Instituto Brasileiro de Direito e Educação, especialista em Direito Tributário e Holding Patrimonial.


Fonte: Portal Dedução